Indo pra Paris

Depois de conhecer a praça mais bonita do mundo, continuamos a viagem com destino a Paris.

Passamos pela região da Champagne, mundialmente conhecida por seus espumantes, bruts, todos, claro, champagnes. Aliás, é lá que a lendária Moët-Chandon é produzida desde 1743, quando ainda não exitia o irmão Chandon.

A paisagem, mesmo nas rodovias, era quase a mesma: vilas, vinhedos, fazendas. Auro e eu nos perguntávamos: “Mas não mora ninguém na França?” Isso sim é um país bucólico.

Ainda na Champagne, até avistamos a catedral de Reims. Não paramos. Muitas catedrais ainda nos esperavam no caminho.

Já era quase noite quando chegamos na capital francesa. O trânsito caótico, o GPS que não acertava o caminho, a gente que não entendia o GPS, a chuva, as rotatórias gigantes com quase uma dezena de ruas possíveis e a chuva pesada sobre nós: era assim Paris.

A trilha sonora? Olha que coincidência: É proibido proibir.

Um pensamento sobre “Indo pra Paris

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